Laudos mostram que alguém tentou impedir gritos de Isabella, diz legista
Rosanne D'Agostino
Do UOL Notícias
Em São Paulo
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A menina Isabella Nardoni, 5, sofreu diversas lesões que culminaram em sua morte, entre elas, asfixia mecânica, fruto de uma esganadura, e outras decorrentes de quedas. Laudos mostram ainda lesões na boca, que indicam que alguém tentou impedi-la de gritar. É o que afirmou o legista Paulo Sergio Tieppo Alves nesta terça-feira (23) ao júri popular que decide se Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são culpados ou inocentes pela morte da menina. Alves foi quem examinou o corpo de Isabella, que morreu em março de 2008 após a queda do 6º andar do edifício London, em São Paulo.
Segundo Alves, que presta depoimento desde as 15h30 como testemunha de acusação no caso, a morte de Isabella ocorreu pela associação de um conjunto de traumas. “Há sinais específicos da esganadura. Outros que atestam a queda do sexto andar. E ainda outros traumas”, afirmou.
O legista especifica que determinadas lesões mostram que Isabella sofreu uma queda momentos antes de desabar do edifício London. “Dentro do conjunto da perícia, os laudos mostram que alguém a jogou contra o chão.”
Em seguida, o legista foi pressionado para afirmar se existiria a possibilidade dessa asfixia ser causada pela queda do prédio. “Pode acontecer uma esganadura comum. E esse laudo específico em relação a esganadura mostram que esses ferimentos não têm nenhuma relação com a queda ou com manobras produzidas, por exemplo, para ressuscitação de uma vítima. Nesse caso, os traumas nos mostram que realmente houve a esganadura.”
O legista especifica que determinadas lesões mostram que Isabella sofreu uma queda momentos antes de desabar do edifício London. “Dentro do conjunto da perícia, os laudos mostram que alguém a jogou contra o chão.”
Em seguida, o legista foi pressionado para afirmar se existiria a possibilidade dessa asfixia ser causada pela queda do prédio. “Pode acontecer uma esganadura comum. E esse laudo específico em relação a esganadura mostram que esses ferimentos não têm nenhuma relação com a queda ou com manobras produzidas, por exemplo, para ressuscitação de uma vítima. Nesse caso, os traumas nos mostram que realmente houve a esganadura.”
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